~Um Homem de Sorte – Resenha

Logan Thibault é um ex-Fuzileiro Naval que encontrou a foto de uma mulher durante uma de suas missões. Enquanto servia o seu país no Iraque, essa foto  tornou-se seu amuleto de sorte após salva-lo em várias situações. Ou pelo menos era nisso que todos de seu pelotão acreditavam. Quando Thibault volta para os EUA, Victor ( Grande amigo que serviu com ele) , o convence que ele está em divida com a mulher da foto, pois a foto Dela o havia protegido. Ele resolve procurá-la, mesmo não sabendo seu nome, onde mora, o que faz, se é casada ou solteira.

Após cruzar vários estados americanos a pé, ele chega à cidade de Hampton. E ali, ele finalmente conhece aquela misteriosa mulher. Em duvida sobre como se apresentar e contar sua história, Thibault decide se instalar na cidade e viver uma vida normal, deixando as coisas acontecerem naturalmente. O que ele não sabia, é que não bastava apenas conhecê-la. Seu coração pregaria outras surpresas para ele. Dentre elas, entrar na vida dessa mulher de forma avassaladora.

“Beth fez o mesmo caminho na volta ao escritório e percebeu, desapontada, que não havia carro algum no estacionamento, o que significava que os donos ainda não haviam chegado. Entretanto, havia um homem vindo em direção à entrada, com um pastor-alemão ao seu lado. Espirais de poeira levantavam atrás deles, e a cabeça do cão estava baixa, com a língua de fora. Beth ficou pensando por que estariam fora de casa em um dia como aquele. Até mesmo os animais preferiam ficar dentro de casa. Lembrou-se de que aquela deveria ser a primeira vez que alguém vinha a pé trazer seu animal para o canil. E não parava por aí, mas quem quer que fosse, não tinha marcado hora. As pessoas que deixavam seus animais ali sempre marcavam hora.”

 

Logan Thibault é um homem sensacional, que sabe escutar, e que compreende. Ele não precisa ser um Deus grego avassalador, é a sua simplicidade como personagem que encanta. O humano dentro dele, aquele humano que cresceu ao enfrentar as perdas de uma guerra, e uma caminhada silenciosa pelo país conquista qualquer um que cruze o seu caminho. A prova disso é que no livro a única pessoa com quem seu santo não bate é o antagonista Keith Clayton.

E esse antagonista realmente merece ódio eterno: Paga de machão, abusa do poder (por ser um policial), abusa da influência, pegador, não tem paciência nenhuma com o filho e muitas vezes aproveita-o para realizar as suas atividades domésticas. Como se não bastasse, afasta qualquer pessoa que possa se interessar pela mãe do seu filho, sua ex Beth.

Beth é um clichê de encanto. Mulher batalhadora, mãe excepcional e um poço de paciência com seu ex marido, que acredita piamente que ela ainda lhe dá mole.

Naná, a avó de Beth, pra mim é a personagem mais interessante. Ela tem um modo próprio de falar e comentar os fatos. Excêntrica, ela equilibra tudo. Pode-se até dizer que ela é a madrinha desse conto de fadas contemporâneo.

“Ele riu. Pela primeira vez, Beth tomou consciência de que há muito tempo não tinha uma conversa dessas. Fluía com facilidade e naturalidade. Com Adam, a conversa não era fácil, exigia um enorme esforço de ambas as partes. Ainda não estava certa sobre o que sentia em relação a Logan, mas o certo é que finalmente estavam se dando bem.”

Um ponto interessante é o filho de Beth, Ben ser tão parecido com Logan em seus interesses e gostos. é também impossível não citar Zeus, o Pastor-Alemão de Logan, um cachorro dotado de uma personalidade incrível, e coragem e disciplina notáveis.

Sparks fez um ótimo trabalho com o foco narrativo, deixando a história ser contada alternadamente pelos olhos de Beth, Logan e Keith. Sparks manteve sua meta de trazer-nos um romance arrebatador.

“Ela estava se acostumando aos seus ritmos e humores, reconhecendo sinais silenciosos que indicavam sua personalidade. Bons e maus, virtudes e defeitos; ele era dela para sempre.[…] Ela também era dela par sempre, imperfeita como era, […] Ela era  que era.”

 

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~Fábulas de La Fontaine -Resenha

 

Segundo a Wikipédia,Fabulas (do Latimfabula, significando “história, jogo, narrativa, conta, conto”, literalmente “o que é dito”)são composições literárias em que as personagens são geralmente animais, forças da natureza ou objetos, que apresentam características humanas, tais como a fala, os costumes, etc. Estas histórias geralmente terminam com um ensinamento moral de caráter instrutivo.

É um gênero muito versátil, pois permite diversas maneiras de se abordar determinado assunto.

 
 
Jean de La Fontaine (1621-95) nasceu na França, numa família que não chegava a ser rica, mas tinha posses. O pai queira que ele fosse advogado. Mas alguns mecenas (homens ricos e nobres que patrocinavam os artistas) se interessaram por ele. Assim, La Fontaine pôde se dedicar à carreira literária. Os livros de literatura adulta não sobreviveram. Suas fábulas, entretanto, escritas em versos elegantes, deram-lhe enorme popularidade. “Sirvo-me dos animais para instruir os homens”, dizia. Os animais simbolizavam os homens, suas manias e seus defeitos.
 
La Fontaine reeditou muitas das fábulas clássicas de Esopo, o pai do gênero. Da vida de Esopo, pouco se sabe. Provavelmente viveu na Grécia no século VI a.C. Ele seria escravo, corcunda e gago. Teria sido executado por haver cometido o crime de blasfêmia. Suas fábulas são curtas, bem-humoradas e trazem sempre uma moral no fim.
 
As mais famosas são: “A gansa dos ovos de ouro” (e não a galinha) e “A lebre e a tartaruga”
A Reunião dos Ratos
 
Uma vez os ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma reunião para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um rato jovem levantou-se e deu a idéia de pendurar uma sineta no pescoço do gato; assim, sempre que o gato chegasse perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todo mundo bateu palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um rato velho que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O rato falou que o plano era muito inteligente, que com toda certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem iria pendurar a sineta no pescoço do gato?
Moral: Inventar é uma coisa, fazer é outra.
 
 

~A Hospedeira de Stephenie Meyer Virará Filme.

         

O roteiro da adaptação foi escrito por Andrew Niccol, que também é o responsável pela direção. O filme começará a ser rodado em fevereiro na Louisiana e Novo México, sendo uma das primeiras produções da Open Road Films, uma jovem distribuidora apoiada pelas gigantes Regal e AMC e deve estrear no dia 29 de março de 2013 nos EUA.

O modelo e ator inglês Max Irons foi confirmado no papel de Jared Howe.Filho de Jeremy Irons, pôde ser recentemente visto no sucesso teen A Garota da Capa Vermelha. Neste projeto, ele acompanha o diretor Andrew Niccol, a atriz Saoirse Ronan, que interpretará Melanie Stryder, e o ator Jake Abel, que, fará o papel de Ian. Diane Kruger  deverá interpretar a Buscadora, antagonista da história.

O ator americano William Hurt pode ser o próximo a se juntar à Max Irons e Jack Abel . Hurt deverá interpretar Jeb, tio da protagonista Melaine Stryder, que será vivida por Saoirse Ronan.

No Brasil, A Hospedeira foi publicado pela Editora Intrínseca, com 560 páginas e tradução de Renato Aguiar. O livro foi descrito pela Publishers Weekly como “um thriller de ficção científica atormentador”, e, segundo o Library Journal, “combina ficção científica e romance de uma forma que nunca dera tão certo.”

                            

Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.

Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.

Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por aquele humano, a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

~Roadie – A minha vida na estrada com o COLDPLAY

Roadie, de Matt McGinn, lançado pela Editora Larousse, é uma biografia às avessas, com olhos de quem é parte integrante da história.

Matt é roadie da banda Coldplay há oito anos. Desde então, contando de uma forma direta e clara, Mcginn nos mostra tudo dos backstage: produções de grandes shows, brigas, instrumentos, bares e muita energia.

Se quer saber o que acontece, exatamente, por trás das câmeras com uma das bandas mais conhecidas da atualidade, chegou a hora. E prepara-se para saber detalhes bem interessantes: “Ah, esperem um pouco. O pessoal da equipe do Coldplay, assim como a própria banda, não exatamente bebe leite achocolatado e joga damas depois dos shows. todos nós gostamos de um bom papo regado a cerveja e um pedaço de torta depois do trabalho (…) Apesar disso, o simples fato de nos renomearmos como “técnicos” não faz com que automaticamente nos transformemos em pessoas engomadinhas e agradáveis, certo? (…) A nossa linha de trabalho é – em um bom dia – especializado e profissional e, para mim, “Roadie de Guitarra de uma Gigantesca Banda de Rock’n’Roll” é a descrição de cargo mais sensacional do mundo.”

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