The Cabin in the Woods

Diabolicamente inteligente, The Cabin in The Woods é um filme de terror que dá um toque sutil em tudo que você adora no gênero, e é também um dos filmes mais originais dos últimos anos.

Quando você pensa que já tinha visto tudo o que o gênero de terror podia oferecer, aparece um filme como “The Cabin in the Woods”, que no mínimo, é algo totalmente diferente de tudo que você já viu antes. O culto produtor e escritor do filme é Joss Whedon, responsável pela série de TV “Buffy – A caça vampiros”, e também pelo filme “Os Vingadores (The Avengers)”.

O filme segue os passos dos clássicos filmes de terror como “Sexta-Feira 13 “,”O Massacre da Serra Elétrica” e “Evil Dead”, com a premissa básica girando em torno de cinco estudantes universitários, com seus diferentes esteriótipos, tendo o fim de semana para ir a um local isolado aproveitar o momento. Há o atleta, um jogador de futebol chamado Curt (Chris Hemsworth), o intelectual chamado Holden (Jesse Williams), a  clássica mulher burra Jules (Anna Hutchison), o Marty Stoner (Fran Kranz) o drogado com seu bong, e por último mas não menos importante, Dana virgem (Kristen Connolly).

Há, naturalmente, muito mais do que isso, e desde o início, o filme mantém você curioso em adivinhar se o quinteto não é nada mais do que vítimas inocentes de um experimento científico, mostrando constantes interações entre os cinco adolescentes e dois “técnicos”, Sitterson (Richard Jenkins) e Hadley (Bradley Whitford) – que parecem estar executando algum tipo de operação de vigilância não muito honesto. Se eu falar alguma coisa pode estragar um pouco das surpresas, pois grande parte da diversão é realmente não ser capaz de antecipar o que Wheedon e Goddard tem reservado para o filme.

Dizer que o filme é brilhante em tantos níveis não é um exagero. Na superfície, parece enviar os típicos detalhes de adolescentes convencionais do gênero de terror, como a espirituosa adolescente falar e com vontade de auto-consciência, mantendo as emoções intacta. E, em seguida, em um nível diferente, parece criticar o apetite insaciável do público moderno de hoje com a carnificina e violência ritualizada.

Os últimos 20 minutos do filme é um show de homenagem a todos os subgênero da família do terror, enquanto a surpresa do filme é totalmente condizente com a natureza da torção. É certo que exige algum conhecimento do gênero, bem como uma apreciação do que Wheedon e Goddard estão tentando exibir ao público, e não pra deixar de admirar o pensamento e detalhes que foram colocados no clímax do filme.

O filme é dirigido com muito cuidado, onde cada cena é trabalhada de maneira genial. Os adolescentes fazem um excelente trabalho, mas quem rouba a cena aqui é Fran Kranz, cujo seus atos paranóicos de maconheiro nos oferece algumas das melhores falas no filme, como algumas teorias de conspiração absurdas que ele profere.

Wheedon e Goddard criaram um terror diabolicamente inteligente com uma abordagem incrível para o gênero. Assustador, grotesco, sangrento, inteligente, engraçado e divertido ao mesmo tempo, é um dos filmes de terror mais originais que já vi nos últimos anos. The Cabin in the Woods é um filme altamente recomendado para amantes do gênero terror, eu o achei fascinante em tudo recomendadíssimo.

Homens de Preto 3

O primeiro filme dos Homens de Preto (Men In Black) foi lançado no ano de 1997, e ficou popularmente conhecido como MIB. O filme não foi apenas sucesso comercial, mas foi também muito bem recebido pela crítica. Já a sua sequencia não fez o sucesso esperado e acabou deixando um gostinho de querer algo mais dentro do filme. Mas com um bom planejamento e uma antecedencia de cerca de 10 anos de preparação, Homens de Preto 3 chega para completar a trilogia. E ainda é muito divertido ver o retorno do agente Jay (Will Smith) e Kay (Tommy Lee Jones) em uma nova aventura sobre o vilão alienígena Boris o Animal (Jemaine Clement) que está em uma prisão de segurança máxima lunar, querendo vingar-se de Kay pelo corte de um de seus braços e sua prisão. Sim, Kay é creditado para a abundância de trabalho de volta aos seus tempos áureos dos anos 60, e estamos prestes a descobrir muito mais sobre seu personagem inexpressivo, que é quase sempre o saco de pancadas para Jay, que faz de sua missão reverter o que Boris tinha a intenção de fazer, que é viajar de volta no tempo.

A longa ausência da franquia fez bem. O truque com a viagem no tempo – usado na ficção científica – muitas vezes acaba por ser muito bem usado. Josh Brolin é perfeitamente moldado como um jovem Kay. A dupla tem uma excelente atuação no longa, e levam o filme com uma energia do começo ao fim! Os efeitos estão fantásticos, o humor vem em doses excelentes em cada cena interpretada pela dupla, e a direção do filme foi muito bem feita.

A relação entre os dois amigos contrastantes, é caracterizada por um amor e ódio. Apesar de brigas persistentes, os dois estão mais próximos do que você pensa. A este respeito, Homens de Preto 3 faz tudo certo. Uma boa continuação tem que contar uma história consistente, por um lado, e lançar luz sobre novos aspectos da história e seus personagens principais e aprofundar o “universo” de um filme e também algo novo e refrescante para contribuir. Tudo isso é oferecido de maneira fantástica!

Homens de Preto 3, pela primeira vez também traz a emoção real para a franquia, que tem também muita coisa nova. É bem possível que uma ou outra mulher na platéia solte algumas lágrimas durante o filme.

Em resumo, o filme Homens de Preto 3 sabe como entreter perfeitamente e é um espectáculo divertido, cheio de idéias peculiares e diálogos espirituosos. Por isso recomendo a todos que não percam tempo e assistam pois cada minuto do filme é super legal.

No final das contas vejo que você nunca precisou existir.

lanlisNew

Eu planejei toda a minha vida.

Cada passo que eu daria. Cada pessoa que eu teria ao meu lado.

Eu te desenhei.Te fiz em cada sonho meu. Implorei à Deus que me trouxesse você assim, como que tinha planejado.

Eu fui à luta.Não fui muito corajoso ou persistente. Então após alguns dias vieram os primeiros sintomas da desistência. Comecei aos poucos a desistir dos meus planos. O primeiro a ser deixado de lado foi você. Achei tudo meio dificil, pesado demais, cansativo demais. Meu suor era muito caro e o retorno não vinha logo. Não estava valendo a pena.

Esqueci que Deus tinha planos pra mim. Que tudo estava certo pra acontecer, e o que era destinado a ser meu, seria.

Ele me provou isso. Tirou você do papel, e o melhor, me mostrou o caminho até você. Por inumeras vezes atravessei os muitissimos quilometros que ainda me separavam de você. Te ver ali, na minha frente, foi fantástico. Estive, por algum tempo, muito feliz por não precisar mais procurar, porque tinha encontrado você. E se eu tinha encontrado você, se o meu sonho mais difícil tinha se realizado, eu poderia tudo, com Deus ao meu lado, eu seria imbativel. E todos os meu planos conseguiria realizar.

A arrogância me pegou desprevenido. E novamente estive em queda.

Eu me exibia com você, e com a minha realização pessoal. Eu esqueci que você não era um troféu apesar de ser perfeita.

E você era tão perfeita. Perfeita demais. Era linda demais, altruista demais. Você amava demais, e pensava demais.

Aos poucos minhas viagens passaram a pesar demais. Era tão cansativo viajar tanto só pra te ver. Voce era linda e me fazia todas as vontades, mas eu não estava mais empolgado com você. Eu não te via brilhar mais. O impressionamento havia acabado. Era uma situação triste, então tive que te deixar de lado. Tinha pessoas mais brilhantes à minha volta, eu não precisava mais de você pra me manter estonteante.

Esqueci que não se TÊM você. Se MANTÊM. E eu não cuidei de você.

Deixei você na estante. Até que você ficava muito bem lá. Meu primeiro e mais lindo troféu. Acho que apesar de não saber se voce ainda esta viva ou não, ainda te posso ver lá. As pessoas ainda pensam que você esta la. Eu fico feliz por elas pensarem assim. É o certo. Eu não preciso cuidar de você, mas ainda tenho de você tudo o que eu sempre quis.

No final das contas vejo que você nunca precisou existir.

Um Homem de Sorte

“Um Homem de Sorte” ou “The Lucky One” é um filme inspirado no livro de Nicholas Sparks, autor de outros livros como “Diários de uma Paixão” e “Querido John”. Sob a direção de Scott Hicks, estreou no Brasil em 4 de maio de 2012 e conta a história do sargento da Marinha Norte-Americana, Logan Thibault (Zac Effron). Este militar serve pela terceira vez no Iraque, e por milagre é salvo de um ataque a bomba ao achar no campo de batalha a foto de uma bela mulher, a qual traz no verso a inscrição: mantenha-se vivo. A partir desse dia, em que Logan encontrou a foto, ele consegue ter sorte em tudo o que faz, o que por várias vezes salva a sua vida. O sargento acha isso estranho e não consegue achar uma explicação racional para isso, mas para seu melhor amigo, Vitor, só existe uma explicação, a mulher da foto.

Fim da a Guerra, é chegado o dia de ir para casa. Logan volta ao Colorado, para a casa de sua irmã. Mas, como a mulher da foto continua sempre em sua mente, como se fizesse parte do seu destino, ele segue em busca desta mulher, por todo o país, para lhe agradecer pelo que aconteceu, por ela ter de certa forma, inexplicável, o mantido vivo. Nesta jornada, que ele não sabe ao certo onde o levará, ele é acompanhado pelo seu fiel amigo, o pastor alemão, Zeus.

Após a procura por muitas cidades, ele chega a cidade de Hampton, no norte da Califórnia e encontra Elizabeth (Schilling), a mulher da foto, dona de um canil juntamente com sua avó, divorciada e que tem um filho chamado Ben. Não conseguindo falar a Elizabeth sobre a foto e o que o trouxe a esta cidade, traz desconfiança ao coração de Elizabeth. Contudo, a avó de Elizabeth o emprega no canil. Aos poucos, o sargento mostra que é uma pessoa especial, diferente e digna da confiança e do carinho de todos, o que traz uma revolta muito grande ao ex-marido de Elizabeth, Keith Clayton, o Xerife da cidade. Este, inconformado com a separação dos dois, sentindo a proximidade do sargento com Elizabeth e com as pessoas da família dela, tenta impedir que os dois se aproximem ainda mais. Apesar de ser um drama, o filme prende a atenção da platéia, do início ao fim e a história de amor dos dois personagens, Elizabeth e Logan, sempre cercada de muito romantismo e de paixão nos revela o quanto podemos ser felizes ao seguir o nosso destino.

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