8 Filmes inspirados em clássicos da literatura.

 Se você prefere ver um filme a ler aquele clássico antigo, não sinta-se tão envergonhado. Aqui tem uma lista de comédias adolescentes pra te deixar por dentro dos clássicos:

1. Filme: “Ela É o Cara” (Andy Fickman, 2006)
Obra original: Noite de Reis, William Shakespeare

Quando Sebastian vai passar uma temporada em Londres, sua irmã gêmea Viola aproveita para se vestir como o irmão e substitui-lo na nova escola. Tudo para conseguir realizar o sonho de jogar futebol entre os homens. Na história original de Shakespeare, Viola perde contato com seu irmão Sebastian em um naufrágio e se finge de homem para conseguir ajuda em Ilíria. O duque Orsino pede sua ajuda para se declarar para Olivia, sua amada. Mas dá tudo errado. Olivia se apaixona por Viola (que está vestida de homem) e Viola se apaixona pelo duque. Convenhamos: a adaptação para o universo adolescente é bem apropriada.

2. Filme: “A Mentira” (Will Gluck, 2010)
Obra original: A Letra Escarlate, Nathaniel Hawthorne

O filme estrelado pela queridinha Emma Stone não só se inspirou em “A Letra Escarlate” para criar o enredo, como inseriu a obra de Nathaniel Hawthorne na trama: o livro é leitura obrigatória na escola de Olive Penderghast, interpretada por Emma. Assim como Hester – a personagem central do livro –, Olive é humilhada e acusada de ser… bem, liberal demais.

3. Filme: “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (Gil Junger, 1999)
Obra original: A Megera Domada, William Shakespeare

Assim como Kat, as adolescentes dos anos 1990 não conseguem resistir ao jeitinho rebelde de Patrick, personagem que elevou Heath Ledger à categoria “amor platônico” de muita gente. Agora, toda vez que você assistir ao filme, pode dizer que está vendo uma livre interpretação da obra “A Megera Domada”, de William Shakespeare. A adaptação é até bem fiel: no original, Bianca está apaixonada, mas precisa esperar sua temperamental irmã mais velha se casar. E, claro, Catarina não está disposta a se envolver com ninguém. Até que Petrúquio, um nobre falido, decide aceitar o desafio de conquistar a moça durona. Soou familiar? A obra também inspirou a novela “O Cravo e a Rosa” (2000), da Rede Globo.

4. Filme: “As Patricinhas de Beverly Hills” (Amy Heckerling, 1995)
Obra original: Emma, Jane Austen

Por essa você não esperava. Acredite, “As Patricinhas” saíram direto das páginas de Jane Austen para as badaladas ruas de Beverly Hills. Ok, para transformar um clássico da literatura feminina em um ícone da cultura norte-americana dos anos 1990, a obra passou por uma adaptação completa. Mas a matéria prima é a mesma: a jovem Cher/Emma é uma moça rica, que adora formar casais entre seus amigos. A associação entre as obras é clara. Vários nomes de personagens de Jane Austen são usados no filme teen.

5. Filme: “Segundas Intenções” (Roger Kumble, 1999)
Obra original: Ligações Perigosas, Pierre Choderlos de Laclos

Sarah Michelle Gellar – a Buffy – estrela esta adaptação ao lado de Reese Witherspoon, Selma Blair e Ryan Phillippe. A trama do filme circula em torno de dois irmãos “postiços” que se divertem manipulando pessoas e brincando com seus sentimentos – no livro, é um casal de ex-amantes que esquenta a sociedade francesa. Para resgatar a polêmica que a trama causou no século 18, o filme não economizou nas cenas provocantes.

6. Filme: “Volta por Cima” (Tommy O’Haver, 2001)
Obra original: Sonho de uma Noite de Verão, William Shakespeare

Na peça clássica de Shakespeare, quatro jovens se envolvem em um “quadrado amoroso” graças às trapalhadas de um grupo de elfos e fadas. No filme, não há seres fantásticos e nem feitiçaria. A adaptação foca em apenas uma das histórias paralelas descritas na peça. Mas a menção fica mais nítida quando os quatro protagonistas – incluindo a personagem de Kirsten Dunst – encenam uma versão de “Sonho de uma noite de verão” no teatro da escola.

7. Filme: “Ela É Demais” (Robert Iscove, 1999)
Obra original: Pigmaleão, George Bernard Shaw

Houve um tempo em que o galã definitivo de filmes teen era o ator Freddie Prinze Jr. E este filme teve uma parte da culpa. A história é bem simples: Zack, um atleta popular, aposta com amigos que conseguiria transformar Laney – a nerd da escola – em uma gata. Claro que ele acaba caindo na própria brincadeira. Tipo o que aconteceu com Henry Higgins, o protagonista de “Pigmaleão”. A peça também inspirou o filme “My Fair Lady”, com Julie Andrews.

8. Filme: Romeu + Julieta (Baz Luhrmann, 1996)
Obra original: Romeu e Julieta, William Shakespeare

Essa é a adaptação mais literal desta lista. Mesmo assim, houve liberdade: o amor impossível entre Romeu e Julieta foi transposto para um subúrbio italiano nos anos 1990, com direito a gangues de ruas, armas de fogo e drogas. Tudo isso mantendo os diálogos originais do livro, que já caíram na boca do povo. É claro que Leonardo Di Caprio no papel principal ajudou a arrastar gente para o cinema.

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~A Hospedeira de Stephenie Meyer Virará Filme.

         

O roteiro da adaptação foi escrito por Andrew Niccol, que também é o responsável pela direção. O filme começará a ser rodado em fevereiro na Louisiana e Novo México, sendo uma das primeiras produções da Open Road Films, uma jovem distribuidora apoiada pelas gigantes Regal e AMC e deve estrear no dia 29 de março de 2013 nos EUA.

O modelo e ator inglês Max Irons foi confirmado no papel de Jared Howe.Filho de Jeremy Irons, pôde ser recentemente visto no sucesso teen A Garota da Capa Vermelha. Neste projeto, ele acompanha o diretor Andrew Niccol, a atriz Saoirse Ronan, que interpretará Melanie Stryder, e o ator Jake Abel, que, fará o papel de Ian. Diane Kruger  deverá interpretar a Buscadora, antagonista da história.

O ator americano William Hurt pode ser o próximo a se juntar à Max Irons e Jack Abel . Hurt deverá interpretar Jeb, tio da protagonista Melaine Stryder, que será vivida por Saoirse Ronan.

No Brasil, A Hospedeira foi publicado pela Editora Intrínseca, com 560 páginas e tradução de Renato Aguiar. O livro foi descrito pela Publishers Weekly como “um thriller de ficção científica atormentador”, e, segundo o Library Journal, “combina ficção científica e romance de uma forma que nunca dera tão certo.”

                            

Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.

Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.

Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por aquele humano, a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

~Roadie – A minha vida na estrada com o COLDPLAY

Roadie, de Matt McGinn, lançado pela Editora Larousse, é uma biografia às avessas, com olhos de quem é parte integrante da história.

Matt é roadie da banda Coldplay há oito anos. Desde então, contando de uma forma direta e clara, Mcginn nos mostra tudo dos backstage: produções de grandes shows, brigas, instrumentos, bares e muita energia.

Se quer saber o que acontece, exatamente, por trás das câmeras com uma das bandas mais conhecidas da atualidade, chegou a hora. E prepara-se para saber detalhes bem interessantes: “Ah, esperem um pouco. O pessoal da equipe do Coldplay, assim como a própria banda, não exatamente bebe leite achocolatado e joga damas depois dos shows. todos nós gostamos de um bom papo regado a cerveja e um pedaço de torta depois do trabalho (…) Apesar disso, o simples fato de nos renomearmos como “técnicos” não faz com que automaticamente nos transformemos em pessoas engomadinhas e agradáveis, certo? (…) A nossa linha de trabalho é – em um bom dia – especializado e profissional e, para mim, “Roadie de Guitarra de uma Gigantesca Banda de Rock’n’Roll” é a descrição de cargo mais sensacional do mundo.”

~ Lisbela e o Prisioneiro- Resenha



O regionalismo de Lisbela e O Prisioneiro, fundado no aproveitamento de incidente testemunhados por amigos, por familiares e por Osman Lins bem como apoiado na transposição de ditados, expressões populares e dísticos encontrados em para-choques de caminhões, é transfigurado sob a pena de seu autor. Matéria e linguagem reelaboradas tecem esta peça, regada por uma equilibrada dosagem de leveza, comicidade e ternura, e assentada em valores libertários em prol da via, o que lhe abre asa portas para outros tempos e outros espaços.        – Sandra Nitrini
      


Meticuloso no uso da palavra e na arquitetura da peça, Osman Lins, pernambucano arretado e autor pouco conhecido, nos apresenta esta comédia, salpicada de romance e magia de cinema.
       Leleu e Lisbela, casal que sempre me fascinou, nos ensinam que “o amor é um estranho passarinho, canta sem ter pena, e nasce sem ter ninho”.
        Selton Melo e Débora Falabella muitas vezes me fazem deixar minhas panelas queimarem quando vejo “só mais um pouquinho” de seus videos como Leleu e Lisbela.



Well, pra quem se interessou, e também pra quem não se interessou, há exemplares disponíveis na nossa Biblioteca







Novembro 2017
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